quarta-feira, 27 de julho de 2011

O controlo é uma ilusão. O amor é uma força da natureza. A paz é um dado adquirido. A razão é algo que se conquista. A esperança é um reforço. A raiva é essencial. O ódio é uma variante. A fraqueza é inconsciente. A tristeza dá pena. A ingratidão é injusta. A protecção é necessária. A força de vontade é uma riqueza. O poder é ganância. O toque é apaixonado. O sorriso é reconfortante. O olhar compensa a ausência de palavras. O beijo é fogo. A paixão é ferocidade. A Lua é minha. O Sol é uma lâmpada gigante. O mar é frescura. A música é doçura. O bombom é prazer. O tango é sensualidade. O homem é força. A mulher é delicadeza. O poeta é um amante. A carta é bem-vinda. O cheiro é ligação. O “olá” é um inicio. O “adeus” é um fim. O “até já” é uma continuidade. A ganância é egoísmo. A morte é o destino. A vida é uma enciclopédia. A flor é harmonia. O real não existe. O vinho é suave. A ambição é sempre recompensada. A hora é finita. O rio é infinito. O amanhecer é mágico. O pôr-do-sol é beleza. A chuva é uma carícia. O castigo é Divino (se é que a Divindade existe). A perfeição é uma miragem. A queda é inevitável. O perfume é sexy. A gula é calórica. O conhecimento é um contributo. A velhice é sabedoria. A infância é ingenuidade. A liberdade é flutuante. O passado é prisão. O presente é sobrevivência. O futuro é uma folha branca. 

1 comentário:

Pedro Marques disse...

simples e conciso, saborosa a leitura na expectativa de um "até já" !